Centro administrativo da prefeitura de Campina Grande terá energia solar
Projeto será construído em uma área de 6 mil metros quadrados, na região central da cidade, e terá quatro pavimentos, todos com ações sustentáveis


O prefeito de Campina Grande, na Paraíba, Romero Rodrigues anunciou a construção do Centro Administrativo do Município, em uma área 6 mil metros quadrados, na área central da cidade. O local terá quatro pavimentos, todos com ações sustentáveis: uso de energia solar, reuso de água, grandes vãos de janelas, salas amplas, acessibilidade, elevadores, auditório para 250 pessoas, salas de reuniões, baterias de banheiros, jardins internos, estacionamento com 150 vagas para automóveis e 30 vagas para motocicletas, parada de ônibus e outras estruturas.
A futura estrutura, a ser executada com base em projeto multidisciplinar, vai proporcionar à população a integração dos serviços municipais, inter-relacionamento dos setores administrativos, além de possibilitar economia e mais eficiência à gestão.
No setor térreo, estarão funcionando setores básicos como protocolo, triagem totalmente informatizada, mesas digitais para a expedição de senhas e praça de alimentação. Já no primeiro pavimento, funcionarão órgãos para a expedição de documentos, pagamento de taxas e de multas, além de pastas como Educação, Esportes, Cultura, Ação Social, Obras, Serviços Urbanos, Finanças e muitas outras. Nos demais pavimentos serão instaladas as demais secretarias e órgãos municipais, inclusive o Gabinete do Prefeito.
O empreendimento será construído na área onde, durante décadas, funcionou o Colégio Assta, localizado no Ponto de Réis, nas proximidades do Supermercado Ideal, de propriedade da Diocese de Campina Grande que foi desapropriado no valor de R$ 6,5 milhões. Também será desapropriado, por R$ 200 mil, um galpão da Rua Severino Verônica, para estacionamento. Após o processo de desapropriação, haverá a licitação.
De acordo com o prefeito, o projeto é sofisticado e foi desenvolvido por arquitetos da prefeitura. “É uma área próxima do Centro, onde as pessoas poderão resolver todas as suas questões e não teremos prejuízos para a mobilidade urbana”, observou.
O mesmo pensamento do atual prefeito sobre a melhoria para a população e o uso de energia solar está sendo seguido pela pré-candidata à Prefeitura de Campina Grande e ex-secretária de Desenvolvimento e Articulação dos Municípios (Sedam), Ana Cláudia Vital (PODEMOS). Ela destacou a necessidade de se pensar em uma Campina para os próximos anos, implementando políticas que melhorem a vida da população, em todos os setores.
Ana disse que Campina precisa de uma gestão moderna e com visão empreendedora e aguerrida, para que possam chegar à próxima década como um lugar bem melhor para se viver e trabalhar. “Precisamos pensar uma Campina Grande que tenha seu ambiente de negócios fortalecido, que tenha informatização em todos os setores, e que tenha uma política de sustentabilidade na construção de seus prédios, sobretudo os prédios públicos.”
Ela lembrou que o Nordeste tem um diferencial imenso em relação a outras regiões, que é ampla possibilidade para a captação de energia solar e eólica. Nesse sentido, ressaltou que, em Campina Grande, esse potencial ainda não está sendo explorado, visto que os prédios públicos, por exemplo, não foram construídos para favorecer o aproveitamento desse tipo de energia.
A pré-candidata defendeu o uso de energia limpa e construções de prédios modernos e com captação de água de chuva e o aproveitamento melhor da nossa infraestrutura.
Como ex-superintendente da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) na Paraíba, Ana Cláudia disse que é fundamental que a cidade avance no desenvolvimento de políticas de sustentabilidade, aplicando, inclusive, a política do ‘lixo zero’.

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